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VERDADES E RIMAS QUEBRADAS!!!: 20 de Outubro dia da Poetisa: Parafraseando os imo...

VERDADES E RIMAS QUEBRADAS!!!: 20 de Outubro dia da Poetisa: Parafraseando os imo... : De hoje 20 de outubro diz-se dia do Poeta! Eu filosofa logo quis saber o motivo Feminista questionei o gênero Poetisa conclui que po...

Entenda em 5 minutos a PEC241

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APESAR DE TEMER...

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Dias como Hoje... Pedem uma prece antes de sair da cama Pisar no chão com o pé Esquerdo Deixar os dois chinelos virados Inverter a ordem Sair do Senso Comum Passar o Café e engolir amargo mesmo Esquentar na frigideira o pãozinho que sobrou de Ontem Contar as moedas para pagar a condução Somar as contas a serem pagas amanhã Quinto dia útil do mês. Sentir a garganta secar O Coração apertar O Peito doer Os olhos umedecer diante do Acinzentado do céu O vento traz de longe um canto de agouro São Corvos que sobrevoam o Planalto Central Garrinchas disfarçadas de Cotovia! Homens de ternos engomados Mulheres recatadas de doce fala Um país transformado em picadeiro Onde Temer é autor e principal personagem A Farsa composta à muitas mãos Tem até sotaque estrangeiro Seria Cômica não fosse demasiada trágica! No palco ardilosamente montado Não tem lugar para os Clássicos O conselho de Pitágoras é ignorado Negam às crianças Educação Para castigar os adultos mal formados Analfabetos Políticos Relegado...

RESISTIR, LUTAR, REVOLUCIONAR!

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Em tempos como estes que vivemos Quando a verdade é relativizada A Democracia esmagada O oprimido se alia ao opressor Só nos resta parafrasear o Imortal Brecht  "Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso." RESISTIR, LUTAR, REVOLUCIONAR! "Nada é impossível de mudar Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo E examinai, sobretudo, o que parece habitual Suplicamos expressamente: Não aceiteis o que é de hábito como coisa natural Pois em tempo de desordem sangrenta De confusão organizada De arbitrariedade consciente De humanidade desumanizada Nada deve parecer natural Nada deve parecer impossível mudar...

Carpe Diem – o Poema completo de Horacio

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Porque hoje mais uma vez despertei O céu está aberto, Azul Anil Clima nem quente, nem frio Em casa todos dormem ainda Eu, como na maioria dos dias Passo preguiçosamente o café Aqueço um pão que sobrou de ontem E cá fico a contemplar e bendizer a vida! Colha o dia, confia o mínimo no amanhã. Não perguntes, saber é proibido, o fim que os deuses darão a mim ou a você, Leuconoe, com os adivinhos da Babilônia não brinque. É melhor apenas lidar com o que cruza o seu caminho. Se muitos invernos Júpiter te dará ou se este é o último, que agora bate nas rochas da praia com as ondas do mar. Tirreno: seja sábio, beba seu vinho e para o curto prazo reescale suas esperanças. Mesmo enquanto falamos, o tempo ciumento está fugindo de nós. Colha o dia, confia o mínimo no amanhã. Podemos sempre ser melhores. Basta pensarmos melhor.

Julho...

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Finzinho de domingo Últimas horas do mês de julho Mês em que nasci em 1970... lá se vão 46 primaveras Vi tantos Jasmins e Margaridas nascerem  Uma infinidades  de Cravos e Rosas Murcharem Muitas ervas daninhas a esconder-se em meio aos trigais Muitas terras pedregosas machucaram-me as mãos Outras tantas terras férteis acariciaram-me os pés Driblando as reticencias Superando os paradoxos De menina roceira Me fiz mulher "meio filosofa" Ando até a brincar de juntar palavras Quebrar rimas, fazer versos Ensaiar cantigas de ninar para fazer dormir meus filhos Declamar poemas para um amor platônico Pós balzaquiana sigo os rastros da Aurora Aquela de tranças de ouro e dedos de rosas Rescrevendo à Homero minha própria odisseia! Recebo Agosto de braços, coração e alma aberta!

O Rio de Heráclito!

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Não só porque é Domingo! Vou cá arriscar alguns versos Pra saudar a vida que pulsa para além de mim Vida que segue seu curso Como o rio de Heráclito! A cada manhã outra vez me dispo Me jogo sempre de cabeça Por vezes me vejo flutuar em águas serenas Quase sempre afundo em turvas correntes Chego ao fundo e sem escolha Nado pra cima em busca de ar Alcanço as margens Inerte deixo que os raios de sol me sequem o corpo Enquanto os ventos elevam minha alma As nuvens maternalmente me acolhem e embalam E quando chegar a Segunda-feira Eu já não serei a mesma!